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Baby Trop’: abocanhadas com gosto de Saint-Tropez

Todo mundo já conhece a história da Tarte Tropézienne, né? (contei dela aqui). Agora existem essas miniaturas gourmandes, as Baby Trop’ (tem nome mais lindinho que esse?), deliciosas abocanhadas da receita tradicional, lá de Saint-Tropez. Me lembrei de « Pra lá de Marrakech », mas aí já é um outro departamento… Perfeitas para aquela fominha das 17h, quando dá aquela vontade de um docinho! (Ai, só não vale abusar, hein? Veja os endereços aqui.

La Tarte Tropezienne: Saint-Tropez alert!

É um hambúrguer? Não, mon chèr, é uma Tarte Tropezienne, receita lendária de Alexandre Micka datada de 1955, um segredo de cozinha de sua avó. Micka, que tinha na época sua pâtisserie em Saint-Tropez, logo criou certo burburinho na cidade com sua brioche recheada com creme e salpicada de açúcar . Não longe dali, as filmagens de « Et Dieu créa la femme », e quem vira fã incondicional da torta? A BB, a tal Brigitte Bardot, que fazia o papel principal do filme, a batizando de Tarte Tropezienne. Bom, a partir daí, não preciso falar do sucesso da torta em toda a França, né? Quando se fala nessa torta, o que vem à nossa cabeça? Praia, Saint-Tropez, brisa do mar, férias, sol…Eu nunca tinha provado, minha primeira vez foi ontem, e posso dizer que ela é muito boa 🙂 As lojas oficiais da Tarte Tropezienne estão espalhadas no sul da França e em Paris. Veja os endereços aqui: http://www.latartetropezienne.fr/#!nous-situer La Tarte Tropezienne www.latartetropezienne.fr

Chilling out nos jardins do Mandarin Oriental

Continuando minha saga de brunchs dominicais, o último escolhido foi o do Mandarin Oriental Paris, um harém de natureza e tranquilidade em plena Rue de Rivoli, a rua do « frevo », das compras, do chiquetê parisiense. O hotel é sofisticado, com um ótimo serviço e faz parte de um grupo chinês de hotelaria que foi criado em 1963. Sophie Marceau, Lucy Liu e Sigourney Weaver se hospedam num dos hotéis da rede quando viajam pelo mundo (eles existem em 24 países). Enfim, a déco é linda, com um quê de jardim asiático no meio do estabelecimento, onde reúnem-se grupos de hóspedes para tomar um drink, se entregar ao chilling ou simplesmente degustar o chá da tarde. O buffet do restaurante Camélia, dirigido pelo excelente chef especialista em cozinha molecular Thierry Marx, é composto de sushis, tataki de salmão label rouge, antipasti árabes (houmous e cia), charcuteries, sopas, viennoeseries, queijos, etc. Um bom começo para o que está por vir: o prato quente. No meu caso, pedi o mais que tudo Ravioli de Lagosta, inesquecível e delicioso! Leve, intenso e …

A casa de chá Angelina, passagem obrigatória em Paris

A casa de chá Angelina, em Paris, é um desses lugares que formam filas quilométricas na entrada, na Rue de Rivoli, 226, em frente ao Louvre. Mas depois de perder um bom tempo na fila, a sensação de que marcamos um gol é certeira: la dentro toma-se o melhor chocolate quente da cidade (acompanhado de quitutes divinos, desses de comer ajoelhado e rezando). A entrada do Angelina, na rue de Rivoli A vitrine suculenta de marrons Fundado em 1903 por um austríaco chamado Antoine Rupelmayer em homenagem à sua nora Angelina, o lugar tornou-se mítico com o passar dos anos, com as visitas ilustres de Marcel Proust, Coco Chanel e outros célebres costureiros da época. Hoje, passados 111 anos, o carro chefe da casa, com déco Belle Epoque de época e toda reformada recentemente, é o tal do Mont Blanc (feito de creme de marron – a nossa castanha portuguesa – que recobre um suspiro recheado com um creme homemade): o quitute é simplesmente vendido a 2500 unidades em toda a França. Além da belezinha …

A Bûche de Noël encantada de François Perret

O chef patissier do Shangri-la criou essa maravilha de bûche com uma delicada estrutura de chocolate ao leite, renas de chocolate amargo, e nada mais, nada menos, que uma folha de prata pra decorar as pontas das arvores de Natal! para finalizar, uma camada de manteiga de cacau pintada de verde com chocolate amargo para desenhar a folhagem das arvores…Que tal? « Gosto que minhas criações sejam cheias de vida, sobretudo nesse momento privilegiado da Bûche de Noel. Os contrastes são essenciais mas não devem nunca tornar-se opostos. E ali que mora toda a complexidade da coisa« , diz Perret. O preço: 108 euros no restaurante La Bauhinia de 5 a 25 de dezembro.

A bûche de Natal do Hôtel Fouquet’s Barrière

Feita pelo chef Gaëtan Fiard, vencedor do Mondial des Arts Sucrés 2014 e sous-chef do Le Diane, essa bûche de Natal é toda feita de chocolate e segue a onda dos #semglutem. Sera que ela é boa? Em ediçao limitada e sob reserva: http://www.lucienbarriere.com/fr/hotel-luxe/Paris-Hotel-Fouquets-Barriere/accueil.html